1. Definir o início e o resultado do fluxo
Identificamos o evento que inicia a execução: um formulário recebido, uma alteração de status ou um horário programado, por exemplo. Também definimos os dados necessários, a ação esperada e as condições para prosseguir. Isso ajuda a evitar tarefas disparadas com informações incompletas.
2. Conectar ferramentas e sincronizar dados
Relacionamos os campos entre as plataformas e estabelecemos qual fonte orienta cada informação. A sincronização de dados pode exigir validação de formatos, tratamento de duplicidades e regras para atualizações. A integração entre sistemas deve respeitar os recursos disponíveis e os acessos autorizados pela empresa.
3. Tratar falhas e acompanhar a execução
Planejamos o comportamento diante de indisponibilidade, dados inválidos e respostas inesperadas. Registros de execução, avisos e novas tentativas podem entrar no escopo conforme o fluxo. Também avaliamos como evitar ações duplicadas e quando interromper uma etapa para revisão ou aprovação de uma pessoa.